Novas formas de adoção

A maioria das pessoas – tanto homens quanto mulheres – possui dentro de si o desejo de ter filhos, de poder continuar existindo através de um outro que o represente. Porém, isto não necessariamente tem a ver com continuidade genética, uma vez que é possível também se fazer existir por meio de valores e atitudes passados a uma criança com a qual não há laços consangüíneos. Ouça a entrevista no UOL Mais:

http://mais.uol.com.br/view/165838

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