Estresse e ansiedade em meio aos tratamentos de fertilização in vitro (FIV) não prejudicam a taxa de gravidez

ansiedade e gravidezO post de hoje é sobre um tema que muitos leitores me escrevem para tirar dúvidas: “afinal, a ansiedade/estresse atrapalha nos resultados de gravidez nos tratamentos de FIV?”.

Percebo que, no senso comum, há uma crença de que esses elementos prejudicam sim nos tratamentos e, se não há respostas para a conquista da gravidez com a técnica de fertilização in vitro, o grande vilão foi o estresse vivenciado durante esse processo.

Penso ser importante esclarecer que não há como ficar “zen” fazendo tratamento para engravidar, os hormônios, rotina de ultrassons e auto-cobranças pela gravidez mexem com qualquer ser humano, por mais tranquilo que ele seja. Assim, certa dose de ansiedade e estresse são esperados neste processo, porém, se a intensidade for demasiada, sempre recomendo psicoterapia para auxiliar na diminuição dessa carga emocional e melhor enfrentamento de toda essa situação.

No entanto, não sei se a maioria de vcs sabe, mas, além de psicóloga clínica, também sou pesquisadora no Projeto Alfa e, a fim de esclarecer melhor sobre os possíveis efeitos negativos do estresse e ansiedade nos tratamentos de FIV, fui investigar sobre o tema.

O resultado disso, foi o trabalho que acaba de “sair do forno” e que foi aprovado e apresentado agora no Congresso Europeu  de Reprodução Humana (ESHRE), que aconteceu de 29 de junho a 2 de julho em Munique.

Nesta pesquisa foram incluídas 79 pacientes, com idades até 35 anos e com bom prognóstico de gravidez no tratamento de FIV. Utilizei como medidores de estresse e ansiedade- no momento da transferência embrionária- testes psicológicos e a medida da pressão arterial e frequência cardíaca.

Não houve associação entre estresse/ansiedade com taxa de gravidez em nenhum dos marcadores de estresse/ansiedade analisados. Ou seja, nesta pesquisa, o estresse e ansiedade, mesmo nas pacientes que o apresentaram em níveis mais elevados, não foram associados à testes negativos de gravidez.

Assim, acredito que os resultados do meu trabalho podem colaborar para deixar as mulheres que estão vivenciando esse processo, menos culpadas com sentimentos de estresse e ansiedade, tão comuns nos tratamentos de FIV.

A razão de um resultado de BHCG negativo em meio aos tratamentos ainda continua sendo uma incógnita e acredito que não poderia ser diferente, afinal, estamos falando de vida, e sobre a chegada de uma nova vida, não temos nenhum controle!

Luciana Leis

CAUSAS HORMONAIS DA INFERTILIDADE NA MULHER

Existem muitas causas da dificuldade de gravidez, entre elas, está a disfunção hormonal. Tendo em vista várias dúvidas que recebo das pacientes  a respeito desse tema, abaixo, coloco para vcs um artigo do endocrinologista Dr. Rafael Pergher. Espero que ajude no esclarecimento deste assunto!

Luciana Leis

CAUSAS HORMONAIS DA INFERTILIDADE NA MULHER

Para que ocorra a gravidez é necessário o encontro do óvulo com o espermatozóide. Assim, problemas relacionados ao processo de ovulação estão entre as causas da infertilidade feminina. Considerando que o ciclo menstrual é regido por uma série de hormônios, qualquer alteração neste complexo sistema pode fazer com que a mulher não apresente a menstruação (amenorréia), ou que não ovule mesmo com um ciclo menstrual normal (anovulação).

Neste artigo comentarei as principais causas hormonais associadas à infertilidade feminina.

Síndrome dos ovários policísticos. Mulheres com esta síndrome, geralmente, apresentam anovulação decorrente de alterações no ciclo menstrual, que podem se caracterizar como amenorréia, ciclos mais curtos ou duração longa do período menstrual. Os ovários contem múltiplos cistos identificados através do exame de ultrassom, daí o nome “ovários policísticos”. Além disso, estas mulheres podem apresentar acne e excesso de pêlos, que são alterações decorrentes do excesso do hormônio testosterona. Outro hormônio envolvido na síndrome é a insulina, seu aumento é visto, principalmente, naquelas mulheres que estão acima do peso e, além de contribuir para as alterações do fluxo menstrual, aumenta o risco de diabetes. O controle do peso é fundamental e pode resgatar a fertilidade em alguns casos.

Hiperprolactinemia. A prolactina é um homônio produzido por uma glândula localizada no centro do nosso crânio que chama hipófise. A principal função da prolactina é estimular as glândulas mamárias a produzirem leite durante o período da amamentação. A hiperprolactinemia é uma doença geralmente causada por um tumor benigno na hipófise que aumenta a produção da prolactina. Os sintomas são: alteração menstrual, secreção de leite pelas mamas, dor de cabeça e redução do desejo sexual. O diagnóstico pode ser efeito através da dosagem da prolactina em exame de sangue e o tratamento, na maioria das vezes, é realizado com medicações tendo bons resultados.

Hipotireoidismo. A queda dos hormônios produzidos pela glândula tireoide (T3 e T4) pode levar a alterações menstruais e anovulação. Assim, quando há infertilidade, deve ser feita a dosagem destes hormônios na mulher. Outros sintomas do hipotireoidismo são: inchaço, sonolência, fadiga, queda de cabelo e alteração do humor. O tratamento é feito com a reposição do hormônio T4 através de comprimidos.

Portanto é fundamental que seja feita uma investigação hormonal na mulher que está tendo problemas em engravidar. Através do diagnóstico é possível realizar o tratamento adequado auxiliando na fertilidade da paciente.

Dr Rafael Pergher- endocrinologista.

Contato: rafael.pergher@abathon.com.br/ blog:drrafaelpergher.blogspot.com

 

Exame revela quantos óvulos a mulher ainda tem

Olá, Pessoal!
Muitas pacientes tem dificuldades para entender em que consiste o, tão falado, exame do  hormônio antimülleriano. Abaixo posto uma matéria que explica direitinho sobre esse tipo de exame. Espero que gostem!

A fertilidade feminina depende de dois fatores: quantidade e qualidade dos óvulos. Mas, com o passar dos anos, ambos caem e, com isso, despencam também as chances de engravidar – seja naturalmente ou por meio de técnicas de reprodução assistida. Mas, o teste de dosagem de um hormônio conhecido como antimülleriano pode estimar o nível da reserva ovariana, ou seja, quantos óvulos a mulher ainda tem guardados.

O exame
O teste de dosagem está no mercado há cerca de cinco anos. Mas, além dele, a paciente pode fazer medição de outros tipos de hormônios, como o hormônio folículo estimulante (FSH), também utilizado para obter uma média da reserva ovariana. Porém, de acordo com Maria Cecília Erthal, diretora médica do Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or, do Rio de Janeiro, a dosagem não é 100% precisa, pois varia de acordo com a fase do ciclo menstrual da mulher. Já o hormônio antimülleriano se mantém estável dentro e fora do período fértil. Isso acontece porque ele está diretamente ligado à quantidade de óvulos que a mulher possui. Se a reserva é pequena, o nível do hormônio é baixo – e vice e versa.

A dosagem deste hormônio é feita por meio de exame de sangue. Segundo a especialista, a medição também permite uma avaliação parcial da qualidade dos óvulos. “Na maioria dos casos, uma reserva boa está diretamente relacionada a óvulos de boa qualidade. Uma coisa está diretamente atrelada à outra”, afirma.

Útil para mulheres depois dos 30 anos
Ter um teste que avalia o nível da reserva dos ovários pode ser de grande utilidade para as mulheres que pretendem ter filhos depois dos 30 anos. “Acredito que esse exame em breve será incorporado à rotina do ginecologista. Se ele atender a uma paciente que pretende ter filhos só depois de estabilizar a vida financeira e pessoal, o médico já poderá indicar a dosagem”, diz Maria Cecília. “Dessa forma, essa mulher pode ter um panorama de como anda a sua reserva de óvulos”, completa a médica.

Fonte: Portal Terra

Celular, conexão Wi-Fi, poluição, calor: afinal o que pode afetar a fertilidade masculina?

É muito comum encontrarmos informações conflitantes sobre fatores que afetam a infertilidade masculina
Telefones móveis, cuecas apertadas, excesso de peso, tabagismo, abuso de álcool, excesso de exercícios físicos: todos já foram apontados como fatores que interferem na fertilidade masculina. E um novo estudo, recentemente publicado na revista Fertility and Sterility, sugere que as ondas de rádio Wi-Fi também podem afetar negativamente a motilidade dos espermatozóides e causar danos à fragmentação do seu DNA.
“Como é muito comum encontrarmos informações conflitantes, além de muitos mitos, sobre os fatores que afetam a fertilidade masculina, reunimos algumas considerações relevantes sobre o tema”, explica o urologista Sidney Glina, diretor do Projeto ALFA, Aliança de Laboratórios de Fertilização Assistida.
·       IDADE
Antigamente, acreditávamos que os homens mantinham-se igualmente férteis ao longo de suas vidas. Mas pesquisas recentes já fazem os urologistas acreditarem que a qualidade e a quantidade do esperma declinam lentamente, nos homens, que ao envelhecerem, apresentam uma diminuição na produção de testosterona. A fertilidade masculina diminui progressivamente após os 50 anos de idade. “A maioria dos homens segue fértil até morrer, mas cerca de 20% passa a ter uma produção diminuída de espermatozóides. Além disto, nos gametas de homens com mais de 50 anos encontramos mais alterações genéticas do que nos gametas de homens mais jovens. No entanto, não temos evidências para afirmar que a idade do pai está ligada a problemas futuros no desenvolvimento infantil, tais como dificuldades de aprendizagem da criança”, afirma Sidney Glina.
·       ÁLCOOL
O álcool afeta a capacidade do organismo de absorver zinco, um nutriente vital para obtermos espermatozóides saudáveis. As pesquisas sugerem que beber moderadamente não provoca efeitos nocivos sobre a quantidade ou a qualidade dos espermatozóides. “No entanto, muitos estudos comprovam que o consumo excessivo de álcool reduz a contagem de espermatozóides. Em relação às bebidas alcoólicas, moderação é a palavra chave”, aconselha o urologista.
·       ANTIOXIDANTES
Os problemas de fertilidade, em alguns homens, podem estar associados ao estresse oxidativo, desequilíbrio entre a formação e a remoção de agentes oxidantes do organismo, decorrente da geração excessiva de espécies reativas de oxigênio (EROs) e/ou diminuição de antioxidantes endógenos. “O estresse oxidativo está ligado ao estilo de vida de cada um. Assim, o excesso de peso, o álcool, a dieta, a poluição e o tabagismo podem contribuir para uma deterioração celular mais rápida. Alguns estudos têm demonstrado que homens com problemas de fertilidade que tomam suplementos antioxidantes (vitamina E, vitamina C, ácido fólico), bem como óleos de zinco e de peixe, aumentam suas possibilidades de conceber, mas isto não está completamente comprovado. De qualquer forma, é importante dizer que estes suplementos dietéticos também precisam de supervisão médica para serem ingeridos com segurança”, observa o diretor do Projeto ALFA.
·       PÍLULA ANTICONCEPCIONAL
Em 2009, o Vaticano publicou um relatório afirmando que a infertilidade masculina tinha aumentado por causa dos hormônios femininos sintéticos da pílula.  O documento alegava que os hormônios femininos liberados nos sistemas de esgoto encontravam seu caminho para o fornecimento de água e prejudicavam vários homens. “O relatório do Vaticano é visto com ceticismo por muitos cientistas, que defendem que o sistema digestivo do corpo absorve o estrógeno, por isso, é pouco provável que o hormônio da pílula seja liberado no meio ambiente, prejudicando a fertilidade masculina”, explica Sidney Glina.
·       DIETA
Uma dieta saudável “ajuda a manter” os espermatozóides saudáveis. Mas há poucas evidências de que dietas vegetarianas ou dietas ricas em proteínas tenham qualquer efeito sobre a capacidade de concepção. “Não há verdade na alegação de que os consumidores de carne são mais viris. Substâncias químicas chamadas fitoestrogênios, que são encontradas em alimentos como café, soja e cerveja, têm sido associadas à uma baixa contagem de espermatozóides, mas o link não está estabelecido”, diz o urologista.
·       EXERCÍCIOS FÍSICOS
Homens que se exercitam tendem a ser mais saudáveis,  o que se reflete na qualidade do esperma. “Mas a prática esportiva excessiva, especialmente em combinação com o uso de esteróides, anabolizantes e outras drogas ilícitas, pode diminuir a produção de testosterona e a contagem de espermatozoides”, afirma o médico.
·       CALOR
Há evidências de que manter os testículos aquecidos reduz a contagem de espermatozóides. “Alguns autores acreditam que o uso do laptop no colo poderia prejudicar a capacidade de conceber, não devido à transmissão de sinais Wi-Fi, mas por causa do calor gerado pelos computadores portáteis. Esta informação ainda precisa ser comprovada, pois, no passado, achava-se que cuecas justas e banhos de sauna levavam à infertilidade, fatos que nunca foram comprovados”, comenta o urologista.
·       INFECÇÕES
Infecções sexualmente transmissíveis não tratadas podem ser causa de infertilidade masculina.  “A gonorréia pode afetar a fertilidade masculina, pois quando não tratada pode levar ao estreitamento da uretra e dos canais que conduzem os espermatozóides. Infecções virais como a caxumba também podem provocar danos permanentes aos testículos e levar à esterilidade masculina. Portanto, o uso do preservativo é algo altamente recomendável, bem como uma carteira de vacinação em dia, para proteger-se contra a caxumba”, aconselha o médico.
·       DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS
Inúmeros dispositivos eletrônicos, incluindo televisores, máquinas de lavar e dispositivos Wi-Fi emitem ondas de baixa energia, a radiação não ionizante. “São muitos os estudos que investigam as possíveis ligações entre a radiação não ionizante e os problemas de fertilidade masculinos. Até agora, as evidências não conseguiram relacionar efeito e causa. Os telefones celulares também têm sido associados à uma  baixa contagem de espermatozóides em alguns estudos, mas muitos cientistas permanecem céticos a este respeito”, informa o urologista.
·       PESTICIDAS E POLUENTES
Uma série de produtos químicos – solventes e pesticidas – tem sido associada a problemas de fertilidade masculina, mas as evidências sobre isto são poucas. “Alguns estudos têm demonstrado que a exposição regular a pesticidas pode afetar a qualidade e a quantidade de espermatozóides de trabalhadores agrícolas. Homens que trabalham na construção civil podem duplicar o risco de problemas de fertilidade devido ao contato com um solvente encontrado em tintas, adesivos e revestimentos. Assim, profissionais que trabalham diariamente expostos a produtos químicos precisam estar cientes dos riscos inerentes a esta função e usar vestuário de proteção adequado”, recomenda o médico.
·       RADIAÇÃO
Um baixo nível de radiação ionizante é encontrado no ambiente natural e é inofensivo. Já níveis mais altos de radiação produzidos por materiais como urânio e plutônio, raios cósmicos vindos do espaço, raios X e radioterapia podem danificar o material genético das células, representando um risco para a fertilidade masculina. “Há poucas evidências de que as viagens aéreas freqüentes ou a proximidade a uma estação de energia nuclear possa ter qualquer efeito sobre o esperma. Mas, se o seu trabalho significa que você está em risco de exposição à radiação, proteção adequada deve ser observada”, afirma Sidnei Glina.
·       USO RECRATIVO DE DROGAS
Alguns estudos sugerem que o consumo regular de drogas como maconha e cocaína pode prejudicar a fertilidade masculina. A maconha parece ter um efeito dramático sobre os espermatozóides, dificultando sua locomoção e sua chegada ao óvulo.  “Alguns medicamentos prescritos regularmente também podem afetar negativamente a fertilidade masculina. É importante conversar com seu médico sobre os efeitos da medicação que você toma regularmente”, informa o urologista.
·       TABAGISMO
Homens que fumam – entre um ou dois maços por dia – são mais propensos a apresentar anormalidades no esperma, mas o efeito sobre a fertilidade não é clara. “Os efeitos do tabagismo são controversos, mas há efeitos irrefutáveis do ato de fumar sobre a qualidade do esperma. Há também alguma evidência de que crianças, cujos pais eram fumantes inveterados, possam ser mais suscetíveis à leucemia”, conta o urologista.
·       ESTRESSE
O estresse pode causar alterações hormonais que podem afetar a fertilidade, mas esta relação ainda está longe de ser comprovada. “Não conheço nenhum estudo mostrando que o estresse está diretamente relacionado à produção de espermatozóides. O estresse pode afetar a forma como você se relaciona sexualmente”, informa Sidney Glina.
·       PROBLEMAS DE PESO
O sobrepeso e a obesidade têm sido associados, em alguns estudos, com a baixa qualidade do esperma. “Os cientistas acreditam que isso acontece porque o estrogênio, geralmente presente em níveis baixos nos homens, pode ser liberado a partir de células de gordura, afetando a fertilidade masculina. Homens obesos também apresentam um aumento da temperatura testicular, o que também pode afetar a fertilidade masculina”, diz o urologista.

Fonte:Projeto Alfa

Clamídia atinge 9,8% das jovens entre 15 e 24 anos

Vale a pena estarmos atentas, já que a clamídia, entre outros danos ao organismo, também pode provocar infertilidade devido ao comprometimento das trompas.

Um estudo nacional revelou que 9,8% das jovens entre 15 e 24 anos atendidas em unidades do SUS (Sistema Único de Saúde) foram diagnosticadas com infecção por clamídia e 4% delas também tiveram resultado positivo para gonorreia. O estudo foi feito pelo Centro de Referência e Treinamento em CRT/DST-Aids, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e abrangeu 2.071 jovens, das cinco regiões do país. A clamídia é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, que pode infectar homens e mulheres. Pode também ser transmitida da mãe para o bebê na passagem pelo canal do parto. Atinge a uretra os órgãos genitais, podendo chegar à região anal, à faringe e causar doenças pulmonares. Pode ainda causar infertilidade masculina e feminina, além de aumentar de três a seis vezes o risco da infecção pelo HIV. De acordo com o coordenador do estudo no CRT/DST-Aids, Valdir Monteiro Pinto, a infecção pode não apresentar sintomas em até 80% das mulheres e em 50% dos homens. Quando existem sintomas, os mais comuns são dor ou ardor ao urinar, aumento do número de micções, presença de secreção fluida em homens e mulheres e, somente nas mulheres, perda de sangue nos intervalos do período menstrual, dor durante as relações sexuais, dor no baixo ventre e doença inflamatória pélvica. “A mulher infectada pela Chlamyda trachomatis durante a gestação está mais sujeita a partos prematuros e a abortos. Nos casos de transmissão vertical, na hora do parto, o recém-nascido corre o risco de desenvolver um tipo de conjuntivite e pneumonia”, disse o médico. De acordo com as informações do médico, não há vacina contra a clamídia e a única forma de prevenção é o sexo seguro com o uso de preservativos. O tratamento é feito com antibióticos específicos e deve incluir o tratamento do parceiro ou parceira para garantir a cura e evitar nova infecção.

Fonte: Folha on line